
Enquanto acendo meu cigarro, te trago;
Trago você aqui dentro, te jogo pra fora, saindo do pensamento.
Te vejo no ar, na fumaça que faço;
Assim a dissipar pelo espaço.
Como és arredio, menino vazio;
Amante no cio;
Semelhante a fumaça que faço.
Não te preocupes em me impressionar;
Não sou tão fútil assim, a fumaça que sai de mim;
Dissipa-se no próprio ar!
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